De acordo com Manuel Severim de Faria, na Notícia dos livros do Cartório do Cabido de Évora, a Prima era uma da renda decimal (dízimo) que o cabido recebia, tal como as demais rendas (dízimos) que eram obtidas das diversas localidades da diocese. Incidia sobre produtos específicos e era apurada segundo critérios próprios que estavam bem definidos. Chamava-se assim porque constava dos frutos que se ofertavam à missa da Prima da Sé (que era a da freguesia).